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Nossa! Que horror! Duas horas e pouco de tortura! Este é sem dúvida o pior filme que eu já assisti na vida!
(PS.: eu conto o fim do filme... não leia se não assistiu)
Vamos à historinha: num futuro após o descongelamento das geleiras, as cidades litorâneas estão submersas, existe um controle de natalidade muito rígido e robôs chamados Mecas fazem diversos trabalhos para garantir a vida humana.
Eis que um cientista maluco decide que estes robôs têm que fazer algo além de trabalhar - os robôs devem ter sentimentos - amor, tristeza, ódio, etc. Hummm, ok, o diretor quer criar uma espécie de debate na platéia... Ai, sem maiores explicações, o cientista cria um Meca criança, programado para amar. Uns pais frustrados - cujo filho está em coma - "adotam" o pequeno meca. E quando o filho acorda, começam os problemas.
Vamos as minhas perguntas iniciais:
1 - Por que ele criou uma criança primeiro? Será que ele perdeu um filho? Porque ele não criou uma mulher, ou um homem? A criação do Meca criança ficou simplesmente jogada pra criar polêmica.
2 - Regulam a natalidade, mas criam robôs com sentimentos... hummm se a idéia é substituir pessoas por robôs só porque eles não comem, o argumento é muito fraco... e o filme não defende qualquer outro argumento.
3 - O robô, quando preparado pra amar, nunca mais deixará de amar, e ele não pode ser desprogramado... hummm, como assim? Até humanos deixam de amar! e fazer um programa que não pode ser desprogramado é uma burrice imensa!
Ok, continuando a historinha. A "mãe" do robô não tem coragem de destruí-lo e o larga no meio da mata. Ele quer o amor da mãe de qualquer maneira e tenta encontrá-la novamente a qualquer custo. Nesta busca ele descobre que existe um submundo de Mecas, que são caçados por humanos que querem o fim dos robôs.
4 - As pessoas que querem o fim dos robôs parecem ter saido de uma festa de peão no sul do Texas... estão num circo e comem comida com as mãos. Porque os intelectuais não querem o fim dos robôs? Porque apenas os humanos mais ralé fazem parte do protesto?
Enfim, na hora em que o Meca robô seria destruído o público se manifesta e não permite, porque o pequeno Meca tinha sentimentos, logo não era um robô... Ai ele foge e vai em busca da "Fada Azul", inspirado pela história de Pinóquio. A fada o transformaria num menino de verdade e sua mãe voltaria a amá-lo. Hummm depois de muito procurar ele vai para Nova York submersa onde está o escritório do tal cientista que o criou. Pra mim, a cena que ocorre quando ele vê o outro Meca mostra que realmente haviam erros sérios de programação... ¬¬ Enfim, ele usa um submarino e entra na água onde encontra uma estátua da Fada Azul num antigo parque de diversões, e finalmente faz o seu pedido. Porém, uma roda gigante cai em cima do submarino e ele fica preso lá pra sempre fazendo eternamente seu pedido...
Agora eu digo, o filme até ai foi uma grande merda, mas se tivesse terminado ai, eu teria ficado mais feliz...
Dois mil anos depois a água da terra está toda congelada. Note-se - a terra estava em aquecimento até ali, geleiras derretendo e tal... em apenas 2000 anos, toda a água da terra congelou... ¬¬
Então chegam os extraterrestres bonzinhos (tão Spielberg) que o encontram e lêem sua memória e vêem que ele sofreu muito e clonam sua "mãe" para ele ter ao menos um dia de felicidade. Sua mãe acorda com uma memória parcial e lembra dele como um menino, e diz que o ama. Ela morre no final do dia e 'pasmem' o robô também!!! Não sem antes chorar e etc.
AAAAAAAAARRRRRRRRRGGGGGGGGGGGGGG!!!!
Pra piorar, além do roteiro insustentável, a edição é muito recortada, uma cena não tem ligação com a outra, o filme é terriiiiiiivelmente longo, arrastado, desconexo, chato chato chato... Elogios aos efeitos especiais, é o que se salva...
Anh! Sim! Não poderia deixar de comentar! O único negro que aparece no filme é um Meca defeituoso que é destruido no tal circo. E só. Eu odeio certas manias americanas...
Enfim... não vale o dinheiro da locação, muito menos o tempo... grande blé!
Este é um livro bastante polêmico. E eu acho que o Michael Moore é um cara um pouco contraditório as vezes, mas é preciso dizer algo muito importante: este é um livro que nos faz pensar. E pra mim, isso é a coisa mais importante. Muito mais do que simplesmente concordar ou discordar, ler todas as críticas dele te faz rever os valores, seja para mantê-los, seja para modificá-los.
Pra mim, o capitulo mais importante é sem dúvida o 4: Matem os branquelas. É um soco no estômago. Até a pessoa que se diga "nem um pouco preconceituosa" vai parar pra pensar. É simplesmente genial.
Gostei muito da introdução do livro, quando ele conta da luta para públicá-lo apesar de um monte de sacanagens vindas de todos os lados, e também achei ótimos os "serviços de utilidade pública" - nome dos deputados, endereço de seus gabinetes, etc e tal.
Interessante pensar que no Brasil a situação (de merda) é muito semelhante. Certamente muitos países do mundo tem os mesmos tristes pontos em comum. Gostaria que houvesse uma critica feroz como esta aqui. Não acho que o cara é o dono da razão, e imagino que nem tudo o que ele citou seja "exatamente verdade verdadeira", mas a critica é algo essencial para o crescimento de uma sociedade, e aqui no Brasil ela é desestimulada, censurada e praticamente inexistente - assim como outra coisinha basica: memória coletiva.
Enfim, amando ou odiando, acho que é uma obrigação social e civica ler este livro. Mais do que recomendar eu peço - POR FAVOR LEIAM!
ps.: se vc não quer ler porque é importante pra sociedade e tal, leia ao menos para se divertir tirando com a cara do Bush! Alguma coisinha eu sei que será absorvida! :P
Hummm quanto deste filme é real, quanto é maquiagem pra vender? É uma curiosidade que eu tenho...
Enfim, não sei o quanto é fiel à verdadeira história de Frida Kahlo, mas é um filme bonito, com cores lindas, ótimo figurino, boa trilha sonora e efeitos visuais inovadores e interessantes. Tinha muitas coisas que eu não sabia sobre a vida desta artista - que agora vou tentar conhecer melhor - mérito do filme. (E se a vida dela foi tudo isso - UAU!)
Achei muito estranhas algumas "aparições" no filme - Edward Norton e Geoffrey Rush - personagens meio "deslocados" em cena, não sei dizer. Algo ficou meio esquisito...Já a cena com o Antônio Bandeiras ficou Ok.
Apesar dessas coisinhas, gostei bastante :)
(Nota de arquiteta: reparem nas casas de Frida e Diego Riveira - são liiindas!)
Sete Anos no Tibet filme
um alpinista austríaco suuuuper arrogante vai escalar o Himalaia e é preso durante a segunda guerra mundial. Depois de muito andar pela Índia vai parar no Tibet onde aprende várias coisas e ensina outras. O que dizer... o filme é lindo! Cores ótimas, Brad Pitt impecável e o ator que fez o Dalai Lama é uma graça - e está muito bem no papel. A relação deles ficou ótima na tela - eles simplesmente brilham!
Nooooooooooossa como esse livro é legal!!!!! São 6 contos geniais, muito bem escritos, linguagem simples, idéias bem loucas e lógicas. Gostei demais! Simplesmente não dá pra largar!
Meu conto preferido é O Gato Negro, mas Os Crimes da Rua Morgue também é terrivelmente perturbador! Enfim... os 6 contos são ótimos! Recomendo! :D
Hummm... eu gostei deste filme. Silencioso, esquisito, perdido. É a minha cara e é exatamente assim que eu me sinto as vezes. Muito bom! Palmas para Sofia Coppola. (ANh! e a trilha sonora é genial!)
A Volta ao Mundo em Oitenta Dias - Júlio Verne livro
Esse livro é engraçado. Ao mesmo tempo parece uma sátira aos ingleses e uma aula de geografia. Bom, todo mundo conhece a história. O inglês (suuuuper inglês) Phileas Fogg faz uma aposta e tem que fazer a volta ao mundo em 80 dias, o que na época era considerado impossivel. Seu criado Passepartout (que na tradução terrivel ficou Chavemestra) o acompanha e faz mil trapalhadas que dão mais agilidade à história.
A coisa mais legal do livro é o "esteriótipo inglês" - o cara frio, terrivelmente pontual, com honra e etc. Isso é tão exagerado no livro que eu acho que foi uma sacanagem do Júlio Verne (que afinal, era francês).
Bom, eu já assiti o filme há um tempinho, e acho que ficou bem mais legal que o livro. As paisagens, o sotaque inglês, as caras e bocas do Passepartout e dureza do Phileas Fogg fizeram a adaptação ficar bem mais divertida que a versão original.
Enfim, é um clássico. Recomendo o filme pra todos, mas o livro só pra quem tiver muuuuuito animado... :P
Blé... Assisti antes do carnaval. O que dizer? Bom, todo mundo gostou e eu achei um filme meio dã. Ganhou oscars né? Grande coisa. Personagens blé, cenas improváveis, roteiro mais bizarro ainda com um fim terrivelmente estúpido. Ok, eu sou chata. Sorry.